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30 de junho de 2009

Uma bicicleta tem 2 rodas (ou devia)

30 de Junho de 2009
A hora marcada foi 18.
O Hélder apareceu com pedais de encaixe e sapatos novos e foi preciso montá-los na bike. O pior veio depois, uma bicicleta tem 2 rodas, senão era um monociclo. Lá foi o Hélder a casa buscar o que lhe faltava e encontrar-se connosco em Paredes.

Na indefinição do percurso, lembrei-me da subida de S. Tiago, em Louredo e lá fomos nós.
Aquilo parece mesmo uma parede (20% inclinação), mas toda a gente a subiu sem parar.



Percurso (Cete-Mouriz-Paredes-Madalena-Gondalães-Beire-Louredo-Sobrosa-Cristelo-Besteiros-Madalena-Paredes-Guilhufe-Urrô-Cete)

37 km, na maioria estrada que também é preciso.

Ciclistas, Eu, Miguel, Norberto, Mário, Marcelo e Hélder.

7 de junho de 2009

Uma volta diferente

7 de Junho de 2009

Em dia de eleições europeias, fomos fazer o nosso desporto de eleição, o BTT.

Ainda não eram 7 da manhã, já nós rumavamos a Estarreja, para a Maratona Rota dos Esteiros, para um percurso 99% plano.
Depois de umas distracções com as horas, nossas, porque a organização foi de uma pontualidade britanica, lá iniciamos o percurso. na 1ª e única subida do percurso logo ao km 3, um topo de 20 m, o Antero deu logo sinais de fraqueza, perdendo terreno para os outros e só recuperando uns 5 kms à frente (os outros esperaram).
Um percurso diferente, sempre plano entre os arrozais e campos de pasto, mas que graças à chuva dos últimos dias, tornou os caminhos autênticos lamaçais, deixando as bikes e as nossas pernas numa verdadeira lástima.
A meio do percurso, havia um abastecimento, onde descobrimos 2 coisas importantes. A primeira é que o Antero estava todo rotinho, a segunda é que o Pedro era um verdadeiro devorador de gelatina, deitou 3 ou 4 abaixo.
Quando chegamos à zona da Ria de Aveiro, mudou o tipo de piso, mais duro mas mesmo assim com muitas poças de água.
Quando saímos da zona da Ria, bem em frente da Torreira, o Antero estava tão roto que nem se apercebeu da nossa brincadeira, escondidos atrás duns camiões e a aparecer-lhe depois por detrás.
Ainda houve tempo no final para uma incursão pela areia, até chegar de novo ao centro de Estarreja.
Um passeio diferente, sempre plano.
Fui eu, o Pedro, Norberto, Mário e Antero.

19 de maio de 2009

A volta do "Salto" - Parte II

Quase 3 meses depois, voltei a realizar a volta do "Salto", desta vez sem o Miguel, lesionado desde Fafe, mas com o Pedro, o Mário e o Berto.

Ficou demonstrada uma grande verdade, com treino vai lá!

Optamos por sair mais cedo para conseguir dar a volta em tempo útil, e pouco passava das 9 horas já tomavamos café em Lagares. O traçado estava definido e lá partimos para o parque de merendas, seguindo depois até Santa Comba.

Chegados à verdadeira dificuldade do dia, a subida até ao topo da serra sobre Melres, feita sem grandes dificuldades, ao contrário da primeira volta, em Fevereiro. Como não podia deixar de ser, uma paragem para o registo fotográfico e continuação do percurso, pois ainda havia muito que pedalar.

Lá continuamos pelo planalto, na direcção do marco geodésico de Santa Iria, para mais um registo fotográfico, e um registo odorifico, na roda da bike do Pedro (o cheiro incomodava mesmo). Quando estavamos para seguir viagem, um pequeno percalço. O Mário estav enjoado ou ourado, nem ele sabia muito bem, mas após uns minutos de repouso e umas dentadas na marmelada e numa barrita começou a melhorar, não sem as "bocas" habituais do Berto e do Pedro, "se te der o abafo, em cima da bicicleta é dificil!, o INEM demora muito aqui a chegar!, a bike fica aqui e amarrado por uma perna aos rebolões chega lá!, ...


Era uma qualquer quebra de tensão, pois não mais se ouviu o Mário a queixar-se.

Após a descida para o Salto, entre aquelas pedras todas no pavimento, decidimos seguir o trilho pedestre em direcção a Alvre.

Um trilho muito fixe e a explorar melhor em breve, pois é muito curto. Comeca ao longo do Rio Sousa para depois voltar à direita, transpondo a Rib. de Alvre, pensando eles que estavam a sobrepor o Rio Sousa. Continuamos a subir até Alvre, fazendo um pequeno desvio para apreciar um ponto da ribeira que eu conhecia dos raids 4x4, fazendo uma travessia com água até os pedais.

Na volta, o Mário decidiu atravessar noutro local mas a meter o pé no rio, um momento só ultrapassado pelo Pedro, que conseguiu meter os 2.

Cmeçamos a subir para Alvre, seguindo pela estrada até à Sobreira, fazendo o habitual percurso junto à linha férrea.

Como ainda havia tempo, decidimos procurar um outro percurso a partir de Castromil, graças às horas que o Pedro dedica no Google Earth.

Quase 40 km realizados em bom ritmo.

11 de maio de 2009

Meia-maratona de Fafe

Mais uma meia-maratona (e vão 3) para o curriculum dos DirtRiders, desta vez nos montes de Fafe.

Eram 8 horas e já tinhamos os carros estacionados e o Pedro a levantar os dorsais.



A altimetria do percurso já era conhecida, com os 15 km iniciais sempre a subir, mas entre o km 10 e o 14 passei por algumas dificuldades inesperadas, tendo de abandonar o ritmo do grupo e encontrar o meu para conseguir atingir o topo.

Após o controlo de passagem no topo da serra, um trilho com cerca de 1,5 km a descer, muito louco, com algumas zonas de perigo sempre bem assinaladas, que curti à brava.
Aos 20 km o abastecimento, com uma equipa de assistência impecável, com destaque para o cortador de presunto, sempre de faca afiada.

Era o inicio da picada mais f... que me lembro de trepar, até ao salto do saudoso troço Fafe/Lameirinha do Rally de Portugal, guardado para a posteridade na máquina fotográfica de serviço.
A partir daí foi quase sempre a descer em estradões largos do troço da Lameirinha, alternando por singles muito fixes, onde ainda houve tempo para o Beto ouvir umas bocas de uma senhora, quando apeou numa descida mais íngreme.

Nova incursão nos estradões e uma descida louca de 1 km sempre a rasgar com um cheiro a ferodo tão grande no final, que parecia ter ali passado algum camião, para depois entrar numa zona de pedra e água, em que o Pedro aproveitou para se refrescar (ahahahah).

A partir daí foi sempre a pedalar até Fafe, ainda havendo tempo para uma espalhanço monumental do Miguel (felizmente sem consequências para os 2, Miguel e bike), numa descida em alcatrão com um desvio à esquerda com alguma areia na zona exterior.

Uma chegada em grupo, como é apanágio dos DirtRiders, e o reencontro com as familias junto da escola que servia de quartel general da organização.
De lamentar 2 situações, a lavagem das bicicletas, com 1 mangueira para uma imensidão de gente e o banho de água fria que não soube muito bem.


Para a tarde tinhamos pensado num passeio junto da Barragem da Queimadela e foi nessa direcção que resolvemos seguir à procura de restaurante. Numa pequena aldeia, descobrimos um pequeno restaurante/adega do sr. António, que pelas 2 e tal nos apresentou um belo repasto (vitela e cabrito assado) e com um atendimento impecável.

Após o almoço, o grupo sofreu algumas baixas pois o Miguel e o Mário tiveram de regressar mais cedo.
Eu, o Pedro, o Beto e respectivas familias, seguimos para a Barragem com o intuito de fazer um passeio pedestre, mesmo com a ameaça de chuva. Guardamos as bikes no parque de campismo e lá seguimos trilho fora, mas só levamos um guarda-chuva a proteger a Rita. O primeiro percalço surgiu 1 km à frente, com uma zona de pedra em que tivemos de carregar o carrinho da Rita a peso, sempre a subir mas que valeu a pena.

Encontramos 2 senhoras numas casas no meio da serra, a realizar trabalhos que já não me lembrava de ver ao vivo, seguindo o caminho devidamente marcado, até que fomos brindados com uma chuvinha.
Após alguns minutos abrigados numa bela árvore e perante uma acalmia da chuva continuamos o percurso debaixo de chuva até aos carros, onde felizmente toda a gente tinha camisolas para trocar.


A viagem de regresso a casa foi feita sempre debaixo de chuva e sem mais percalços, terminado o dia da melhor forma, com o nosso Porto tetra-campeão.

6 de maio de 2009

Uma voltinha curta e grossa

A equipa estava desfalcada, o Norberto, o Mário e o Antero foram passar o fim-de-semana a Trás-os-Montes.
Como eu queria chegar cedo, a viagem não podia ser para muito longe.

Começamos por subir o Covão até ao Zé do Telhado e seguimos para Vila Cova pelos "single" habituais.

Quando chegamos ao horto de Vila Cova, foi sempre a subir até ao Cruzeiro de Baltar, 300m de altitude em menos de 5 km. A meio da subida um betetista passou por nós mas depressa fez parte do nosso grupo. Fizemos junto o percurso até ao topo e depois também a descida até Baltar, separando-se de nós na EN15.

A partir daí foi quase sempre a descer até casa, uma voltinha de 28 km sempre a pedalar, feita por mim, Pedro e Miguel.


2 de maio de 2009

Dia do Trabalhador

01 de Maio 2009

Uma voltinha aqui na zona para que o Antero matasse o vício. A opção foi por um inicio mais duro enquanto o Antero tinha pernas, deixando para o final as zonas mais suaves.

Começamos com uma subidinha ao Barreiro, passando depois junto ao Beiral até aos depósitos da água do lugar do Monte, com a intenção de entrar na Quinta de Cete, na direcção do Covão.

A subida de paralelos até ao campo de futebol de Baltar foi a primeira facada na resistência do Antero, logo seguida de uma outra picada em terra, paralela à A4 que o estourou por completo.

Após uns momentos de recuperação, lá continuamos em direcção à Capela das Almas para "apanhar" os trilhos para Vila Cova, quase sempre a descer. No trilho entre Mouriz e Vila Cova, o Mário estreou da melhor maneira os pedais de encaixe, pois é, o Mário cedeu às pressões, e deu o primeiro malho do dia.
Após o complexo desportivo, seguimos em direcção ao centro de Mouriz, optando depois por um dos nossos trilhos de eleição, Mogueira/Rei/JAP, com o segundo malho do Mário, agora a subir em pedra (deve ter doído mais).
Já junto da "Quintinha" um paragem para abastecimento (marmelada) e a continuação da viagem até ao parque da cidade, Parque José Guilherme e continuação para Mouriz, com o Antero a passar na frente da casa e a pensar em ficar por lá.

Lá o convencemos a mais um esforço e a continuar até Cete mas quando chegamos à subida de terra junto da A4, já só a conseguiu fazer apeado.

Depois foi só rolar até casa, 28 km feitos por mim, Pedro, Mário e Antero.


26 de abril de 2009

BTT Luso Galaico

Dia 26 de Abril de 2009

O dia ansiado chegou, após ter já perdido a esperança de conseguir lugar, mas que lá se concretizou graças ao João, um amigo do Pedro e do Miguel.
A nossa viagem começou bem cedo, 6:55h, com medo dos estacionamentos e da confusão. Correu tudo bem, até ao momento em que abri a mala do carro e me dei conta da falta de uma peça do equipamento extremamente importante, os sapatos com os encaixes para os pedais. Azia e das grandes, tive de fazer a prova com sapatilhas de corrida em pedais de encaixe.


Limitado a 1300 betetistas, era de esperar muito da Maratona. à partida estavam 1740 atletas e nós no meio do pelotão. A 1ª e diga-se única dificuldade, chegou por volta do km 10, uma subida íngreme em alcatrão, que me obrigou a parar 3 vezes, porque o pelotão era muito compacto e o povo á minha frente estava sempre a parar.

A partir daí, e já mais habituado ao meu novo calçado, depois de uma trilhadela numa virilha e duas caneladas, foi sempre a rolar.

Alguns trilhos junto ao Rio Neiva foram engraçados, com algumas descidas mais técnicas mas nada de dureza.

Para o ano, se formos, teremos obrigatóriamente de ir aos 80 km, pois nos 40 km quase não deu para suar.

O resto do dia foi de confraternização com as familias e a ver a entrega dos prémios da maratona, com o 1º classificado nos 80 km a fazer o tempo de 3:52h, numa média de 23 km/h, um assombro.

19 de abril de 2009

Uma estreia nos DirtRirders

19 de Abril de 2009

Hoje o Antero apareceu!
Numa estreia absoluta no grupo, o Antero não falhou.
O percurso foi calculado atendendo à estreia, evitando grandes subidas. Após uma breve passagem pela terra entre Além e a Zona Industrial, rumamos a Lagares pela estrada, com destino ao Parque de Merendas.
Já estavamos praticamente no parque, quando o Berto deu conta da falta do ciclocomputador (novinho), mas que encontramos um quilómetrozito atrás.
Seguimos para a zona de Recarei, para depois descer até Alvre por um percurso já feito uma vez por mim e pelo Pedro, com pedra solta e 3 descidas bravas, e com muita surpresa de todos, feitas na integra e em cima da montada pelo Antero.
Após Alvre, foi sempre pela estrada já com o Antero a dar mostras de fadiga, que não é de admirar com 32 km e 666 metros de subida acumulada, na estreia), mas que com a ajuda de todos lá chegou a casa são e salvo.
Espero que tenha sido a primeira de muitas participações do Antero nos nossos passeios de domingo.




13 de abril de 2009

Uma Sexta-feira Santa diferente

Uma Sexta-feira Santa dedicada ao BTT. Após uma noite de quase tempestade, o S. Pedro resolveu dar umas tréguas para se realizar a homenagem ao Pedro Gomes, um betetista que faleceu prematuramente aos comandos de uma moto, após mais uma volta de btt com os amigos.
Na 5ª à noite, eu e o Pedro davamos os últimos retoques no atrelado, afim de precaver pequenos deslizes das bikes (viagem ao Marco), quando começamos a brincadeira com o Miguel. O Berto não vinha, era um dia dedicado à familia, mãe e sogra em locais diferentes, só lá ia 1 vez por mês, blá blá blá.

Na Sexta, bem cedo lá partimos nós na direcção de Amarante, estando já o Berto a meio caminho desde Mirandela, com a sua nova montada na mala. A cara do Miguel, com o teatro que eu e o Pedro faziamos, o Berto dentro do carro, só foi pena não ter ficado registado o momento. Quando o Miguel se apercebeu do logro, lá saíram uns impropérios e a apreciação da nova bike do grupo.

Momentos antes da partida, dei contra de um problema na minha bike, que graças a 2 braçadeiras plásticas e uma navalha, se tornou relativo, 1 raio partido e outro empenado, resquicios de um eucalipto de domingo passado e do qual não me tinha apercebido.

O passeio em si foi engraçado, com algumas belas paisagens e o sobe e desce ao rio Ovelha.

De realçar a subida final, que quase ninguém conseguiu fazer, a não ser apeado.

Após um bom banho, um belo churrasco para retemperar forças no campo de futebol de Santiago do Monte, que de acordo com um director, vai ser estrela na "Liga dos ùltimos".

No regresso a casa o atrelado vinha mais cheio, pois já trazia a Giant vermelha e branca.

31 de março de 2009

Btt Trilhos do Marco

Domingo, 29 de Março de 2009

A 1ª experiência dos DirtRiders em eventos de Btt foi muito boa. Uma boa organização, um excelente percurso, apesar de duro, e o grupo unido (claro que faltou o "medricas").

O dia começou bem cedo, pelas 7:30h com a viagem das nossas bombas no novissimo e mui belo atrelado. Após uma pequena paragem para colocar uma correcta pressão nos pneus, lá fomos nós auto-estrada fora.


Após a saída da A4, começamos a vislumbrar o "Circo" com inúmeros automóveis com as bicicletas ávidas de monte a descer para o Marco de Canavezes.

Com algum atraso, lá começamos a rolar pelo alcatrão em direcção ao Monte de Eiras. Bastaram alguns metros de terra, os primeiros engarrafamentos em 2 subidas mais ingremes. Após uma nova passagem pelos paralelos, a questão dos engarrafamentos terminou.

Uma bela descida em que eu tentei uma boa foto do Norberto mas em que me deparei com ele a descê-la apeado. Apesar da falha do momento, era o inicio de uma bela trialeira sempre a descer em single por entre os socalcos.

Lá continuamos monte acima, monte abaixo até ao ponto que marcava a abertura das verdadeiras hostilidades (230m de altitude). Após cerca de 15 km do percurso, a 1ª surpresa, as mais deliciosas laranjas que me lembro de saborear. 5 minutitos e lá continuamos serra acima e era acima mesmo. Antes do 2º abastecimento, aos 20 km e após a pior subida que fiz até hoje, passei por algumas dificuldades fisicas com caimbras. Alguns alongamentos e uma banana no abastecimento fizeram milagres para a parte final do percurso, pois as caimbras não mais voltaram, apesar do cansaço generalizado.

No abastecimento, e por unanimidade, decidimos optar pelo percurso maior e com mais subidas. Após atingir o ponto mais alto, 795m, começamos a descer para o Marco de Canavezes por trilhos muito técnicos mas fenomenais. Se calhar porque não senti o sabor do chão, curti á brava as descidas a todo o gás (excepto 1 que inclusivé tinha os bombeiros no final). No meio do nada, recrutamos um elemento para o nosso grupo, o Pedro de Famalicão, que em dificuldades fisicas foi "abandonado" pelo seu grupo, mas adoptado por nõs.

No espaço de 1 km, o Miguel e o Beto contaram para as estatisticas, sendo que o "malho" do Miguel tenha sido mesmo violento com uns voos à mistura. Após Soalhães e quando já passava das 13h, mais um para as estatisticas, num caminho largo com alguns regos, o Pedro decidiu testar a resistência de um tubo de cimento que ali estava (devia estar mesmo à espera dele, pois não tinha seguimento nem para cima nem para baixo).

Como ia à frente dele a cerca de 3m, ouvi um estrondo enorme e só queria parar pois temi um acidente grave, que felizmente não aconteceu. Com mais uns arranhões no homem e na máquina, lá continuamos a descer, a pensar nas nossas esposas e principalmente nas crianças que dado o adiantado da hora deveriam estar com uns "ratitos" no estômago.

Nos últimos 5 km do percurso, realizados na totalidade em alcatrão, a dificuldade eram os 3 km de subida desde a estação da CP, realizados a um ritmo baixo para que o Pedro, o de Famalicão, nos pudesse acompanhar.

O melhor estava reservado para o final, uma recepção apoteótica da nossa claque, que apesar de quase 3 horas de espera não se pouparam a esforços para nos receber.










22 de março de 2009

Domingo, 22 de Março

A equipa de novo junta.

Hoje tinhamos a ideia de dar uma vista de olhos no Enduro do Mundial, e foi isso que fizemos. Como chegamos cedo a Galegos, fomos explorar os caminhos da zona, nas margens do rio Cavalum, mas não havia nada de grande interesse.
Após alguns minutos a ver as motos, partimos para o nosso "treininho", subir ao Monte Mosinho, passar dos 200 aos 400 m de altitude, em apenas 3 km.
Depois de apreciar o Castro do Mosinho e as vistas lá do alto, foi descer até casa pois as horas começavam a escacear.
Para recordar o 1º furo da bike do Miguel, as câmaras anti-furo afinal furam, e os pedais de encaixe na bike do Norberto com a direito a estatistica sem consequências.


Sábado 21 de Março

Depois do trabalho, nada como uma voltinha. Saímos por volta das 6 para uma volta de treino, a pensar no raid do próximo fim-de-semana. O objectivo era trepar e como tal, decidimos subir a serra de Calves. Não chegamos ao topo, no marco geodésico, pois o Mário tinha as horas contadas. No entanto foram 17 km interessantes feitos por mim. Mário e Miguel.

E eu e o Mário quase entravamos nas estatisticas, numa curva apertada de terra mole.


15 de março de 2009

15 de Março de 2009

Devido a sucessivas baixas, o passeio foi só para mim e para o Pedro.
A ideia era ir directo a Lagares para dar uma vista de olhos ao Extreme XL para motos que começava às 9:30h e foi assim que saímos para a estrada. Após alguns minutos a ver o ambiente no parque de merendas, partimos para o nosso ambiente preferido, o monte.

Seguimos por trilhos novos e com menos movimento no sentido de Recarei, optando por descobrir novos trilhos a partir da estrada Casconha-Santa Comba.

Entramos num trilho a caminho de Alvre com descidas bravas de pedra e com muita muita inclinação. Ao chegar a Alvre, num cruzamento, decidimos seguir pela direita por um caminho muito giro marginal ao Rio Sousa, mas sem saída. Lá voltamos para trás até Alvre e decidimos fazer o percurso até casa pela estrada, pois também é necessário rolar para ganhar endurance.

Ficamos admirados quando vimos o conta-quilómetros, 32.

Deu para limpar bem as bikes e chegar cedo a casa das sogras para almoçar.

14 de Março de 2009

Estava eu a iniciar uma pequena volta com o meu pequenino, quando o telefone toca. Quando vejo que era o Pedro, ao atender disse "Não me digas que é para vos ir buscar!", e não é que era mesmo isso que necessitavam?
Tive a minha 1ª experiência de um misto pronto-socorro e cangalheiro, pois a bike do Miguel morreu mesmo, literalmente partiu ao meio. Quando cheguei junto deles, em Casais Novos, a visão ainda era pior do que eu pensava, o Miguel triste como a noite, a bike amarrada com arames e dobrada ao meio (boa para arrumar dentro do carro), o sapato do Miguel amarrado com fios pois também pariu, um sábado para esquecer, ou relembrar (pelo menos eu e o Pedro gostamos de brincar com a situação).
Já tinhamos duas baixas para o passeio de domingo, ficamos com mais 1.

10 de março de 2009

Um fim-de-semana em cheio no TT

O fim-de-semana de 7 e 8 de Março prometia. Depois de muitas horas perdidas a fazer os road-boak para o Raid TT Paredes Rota dos Móveis, estava mortinho por meter as mãos ao volante e rolar monte fora.


No sábado tive a agradável companhia do Pedro, que apesar das perspectivas de estar muito tempo parado entre obstáculos, pois estando na organização eu iria perder muito tempo no apoio aos participantes, não hesitou em me acompanhar.


Curtimos o percurso nocturno com vários obstáculos e levamos também algumas secas, terminando a etapa nocturna já perto das 4h da manhã.


Passava pouco das 8h da manhã de domingo, o meu UMM já trabalhava a caminho de uma pequena reparação, necessária para a dura etapa de domingo. Estava para sair da Sobreira, quando de repente me aparecem 4 "DirtRiders" para meter um pouco de veneno, sendo no entanto uma visita rápida pois o tempo era diminuto. Enquanto eu seguia na direcção de Recarei, eles seguiam para Lagares para um percurso "soft" que lhes indiquei e do qual ainda ontem "alguém" me rogava pragas.


A manhã de domingo foi menos "seca" que a noite de domingo, com o apreciar de belas paisagens e uns bons corta-fogo para trepar


A "manhã" acabou às 4 da tarde, após o último dos participantes ter chegado ao fim, com um belo repasto servido na cantina da Escola da Sobreira.

Mais um Raid por nós organizado, que resultou num belo fim-de-semana cheio de aventura e de satisfação de todos os que nele participaram.

Claro que no domingo, eram 9h da noite quando aterrei por completo no sofá, ossos do oficio.

24 de fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma saída.

Decidimos experimentar novos trilhos a partir de Baltar. A ideia era começar a provar terra na zona industrial de baltar, mas o Pedro teve a ideia de começar logo junto da A4, passando pelo elefante branco da associação industrial de paredes, edificio não terminado há muitos anos. Começaram aí as hostilidades entre o corpo e as subidas em cascalho. Seguimos pelos trilhos até passar sob a A4 em direcção a recarei, voltando depois à direita a caminho de gandra.
O Miguel já tinha passado nesses trilhos, com uma descida muito fixe, mas um pouco técnica pois escorregadia. Tão escorregadia que o Pedro foi ao chão, mas sem consequências.
Lá seguimos pela estrada, sempre a subir para baltar, via rebordosa. Após virar para o kartródomo, reencontramos a terra.
A parte mais divertida do percurso estava para vir. Uma descida muito fixe até á zona industrial e depois uma descida fenomenal da antena da TMN junto da A4 até cete. Uma descida com pouco desnível (140m) mas técnica, com muitas curvas, pedra e no final erva e lama.
29 km muito fixes, e como não podia deixar de ser o Norberto teve um furo e chegou a casa com a roda de trás empenada.

20 de fevereiro de 2009

A volta do "Salto"

Finalmente conseguimos.

Na terceira tentativa, chegamos onde queriamos.

Eu e o Miguel saímos de casa com o sol bem alto, 15:00h, para tentar chegar ao topo da serra entre Santa Comba e Melres, de onde se aprecia a magnifica paisagem do Douro a serpentear entre o verde das suas margens.

A insistência em chegar lá ao topo, justificava-se plenamente para contemplar as vistas magníficas, que eu já tinha o prazer de ter desfrutado, mas dessa vez com o percurso a ser realizado de UMM 4x4.

O facto de hoje ter sido necessário um esforço que nos saiu do corpo, parece que tornou a paisagem ainda mais bela.



O pior do passeio de hoje foi o frio que tivemos de suportar a partir do topo, pois não contavamos que o tempo mudasse e não levamos qualquer agasalho.

É que descer dos 399m do marco geodésico de Santa Iria até aos 99m da Senhora do Salto ás 17:30 com o céu nublado e de manga curta, é dose.



Mas nada que um bom banho de água quente não cure.


O Baptismo do Mário

Domingo, 15 de Fevereiro

A nossa equipa tem mais um elemento, dos bons, daqueles que quando diz que aparece, aparece mesmo.
Apesar de pouca terra no percurso, foi fixe.
Desenhamos um percurso com dois objectivos, ir a Penafiel ver a prova de BTT no Sameiro e não ser muito dificil para o Mário.
Os objectivos foram cumpridos, pois o Mário só ficou com um andar novo, leia-se dores no cu.

Quem foi? É claro que a equipa completa.

10 de fevereiro de 2009

10 de Fevereiro de 2009

Uma voltinha para desentorpecer as pernas e testar a bike após a monumental queda de domingo.

Como fui sozinho, nada de aventurar fora de estrada.

19 km


8 de fevereiro de 2009

08 de Fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma saída.
Hoje não era definitivamente o meu dia. Ainda no alcatrão em Fonte Arcada, toquei na bicla do Pedro e nunca mais a segurei. Foi um malho dos valentes, bicla para um lado e eu para o outro, mas até a cair é preciso saber e ter sorte, a bicla só teve um arranhão, o equipamento é que sofreu mais um pouco (luvas e impermeável). O corpinho tem uns hematomas nos joelhos, mas superficial. Depois de verificar a integridade do conjunto, lá continuamos em direcção ao alto de Cabroelo.
O objectivo era chegar ao estradão no topo da serra que liga ao Salto, para ver o Douro a serpentear junto a Melres. Não chegamos lá por uma unha negra, muito por culpa do nevoeiro intenso que reduziu muito a capacidade de orientação.

Lá continuamos à procura do caminho para a Senhora do Salto, mas devido ao adiantado da hora, decidimos cortar a direito até Santa Comba, numa descida muito fixe, sempre a rasgar. Daí, foi pedalar até casa, com as esposas a telefonar preocupadas com o almoço.
44 km durinhos, eu, o Pedro e o Miguel.


1 de fevereiro de 2009

01 de Fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma voltinha.
Hoje decidimos mudar de ares e seguimos para Baltar. Depois de cruzar a "Subida do carro velho", foi sempre a descer até Recarei. Pelo caminho, e pelo segundo domingo consecutivo, a bicla do Norberto resolveu furar. Mudamos a câmara de ar por uma nova que eu tinha, mas não havia forma de encher, por muito que se desse á bomba. Afinal estava furada também.
Após recorrer a um remendo lá continuamos, a caminho do Alto da Pegadinha, em Lagares.
Após uns quilómetros de subida, num local onde habitualmente se encontram poças de água bem compridas, o Miguel meteu os pés na poça, quase até aos joelhinhos, coitadinho!
Como perdemos muito tempo com o furo e o Pedro tinha de ir almoçar á sogra, atalhamos a direito de Lagares até Paço de Sousa.
Uma boa volta de 32 km, os quatro do costume.


A todos os que dizem que aparecem e ficam na caminha, não volto a convidar. Quem quiser que diga qualquer coisa.


25 de janeiro de 2009

25 de Janeiro de 2009

Muito boa estreia da minha machine.
Chuva, vento e até granizo, mas acima de tudo muita, muita lama.
Muito fixe uma travessia de um riacho em Mouriz, 30cm de profundidade da água.
O antes
O depois


O nosso percurso.

24 de janeiro de 2009

22 de Janeiro de 2009

Uma quinta-feira de muito vento e chuva, um dia excelente para o baptismo da minha bike.
A noite já tinha caído quando eu e o Miguel, debaixo de chuva intensa nos fizemos à estrada para uma volta de 18 km.

20 de Janeiro de 2009

Hoje foi um misto de felicidade e saudade. Após 10 anos de comunhão, disse adeus à minha velhinha bike.
Agora tenho uma pequena bomba e estou mortinho por bater monte.
Ah, é uma VAG Stealth B3, versão Deore.
http://www.vag.pt/produto.php?c=115

11 de Janeiro de 2009

Um dia memorável, após o nevão fabuloso de sexta-feira.















Curtir a bicla na neve e gelo, simplesmente fabuloso, tal como as imagens demonstram.

01 de Janeiro de 2009


Uma bela forma de iniciar o novo ano, com uma voltita de 20 km para queimar calorias.
Eu, o Pedro, o Miguel e o Norberto.

23 de Novembro de 2008

Começamos as nossas viagens juntos com um pequeno passeio à beira mar.









Parque da Cidade do Porto-Senhor da Pedra e volta.