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24 de fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma saída.

Decidimos experimentar novos trilhos a partir de Baltar. A ideia era começar a provar terra na zona industrial de baltar, mas o Pedro teve a ideia de começar logo junto da A4, passando pelo elefante branco da associação industrial de paredes, edificio não terminado há muitos anos. Começaram aí as hostilidades entre o corpo e as subidas em cascalho. Seguimos pelos trilhos até passar sob a A4 em direcção a recarei, voltando depois à direita a caminho de gandra.
O Miguel já tinha passado nesses trilhos, com uma descida muito fixe, mas um pouco técnica pois escorregadia. Tão escorregadia que o Pedro foi ao chão, mas sem consequências.
Lá seguimos pela estrada, sempre a subir para baltar, via rebordosa. Após virar para o kartródomo, reencontramos a terra.
A parte mais divertida do percurso estava para vir. Uma descida muito fixe até á zona industrial e depois uma descida fenomenal da antena da TMN junto da A4 até cete. Uma descida com pouco desnível (140m) mas técnica, com muitas curvas, pedra e no final erva e lama.
29 km muito fixes, e como não podia deixar de ser o Norberto teve um furo e chegou a casa com a roda de trás empenada.

20 de fevereiro de 2009

A volta do "Salto"

Finalmente conseguimos.

Na terceira tentativa, chegamos onde queriamos.

Eu e o Miguel saímos de casa com o sol bem alto, 15:00h, para tentar chegar ao topo da serra entre Santa Comba e Melres, de onde se aprecia a magnifica paisagem do Douro a serpentear entre o verde das suas margens.

A insistência em chegar lá ao topo, justificava-se plenamente para contemplar as vistas magníficas, que eu já tinha o prazer de ter desfrutado, mas dessa vez com o percurso a ser realizado de UMM 4x4.

O facto de hoje ter sido necessário um esforço que nos saiu do corpo, parece que tornou a paisagem ainda mais bela.



O pior do passeio de hoje foi o frio que tivemos de suportar a partir do topo, pois não contavamos que o tempo mudasse e não levamos qualquer agasalho.

É que descer dos 399m do marco geodésico de Santa Iria até aos 99m da Senhora do Salto ás 17:30 com o céu nublado e de manga curta, é dose.



Mas nada que um bom banho de água quente não cure.


O Baptismo do Mário

Domingo, 15 de Fevereiro

A nossa equipa tem mais um elemento, dos bons, daqueles que quando diz que aparece, aparece mesmo.
Apesar de pouca terra no percurso, foi fixe.
Desenhamos um percurso com dois objectivos, ir a Penafiel ver a prova de BTT no Sameiro e não ser muito dificil para o Mário.
Os objectivos foram cumpridos, pois o Mário só ficou com um andar novo, leia-se dores no cu.

Quem foi? É claro que a equipa completa.

10 de fevereiro de 2009

10 de Fevereiro de 2009

Uma voltinha para desentorpecer as pernas e testar a bike após a monumental queda de domingo.

Como fui sozinho, nada de aventurar fora de estrada.

19 km


8 de fevereiro de 2009

08 de Fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma saída.
Hoje não era definitivamente o meu dia. Ainda no alcatrão em Fonte Arcada, toquei na bicla do Pedro e nunca mais a segurei. Foi um malho dos valentes, bicla para um lado e eu para o outro, mas até a cair é preciso saber e ter sorte, a bicla só teve um arranhão, o equipamento é que sofreu mais um pouco (luvas e impermeável). O corpinho tem uns hematomas nos joelhos, mas superficial. Depois de verificar a integridade do conjunto, lá continuamos em direcção ao alto de Cabroelo.
O objectivo era chegar ao estradão no topo da serra que liga ao Salto, para ver o Douro a serpentear junto a Melres. Não chegamos lá por uma unha negra, muito por culpa do nevoeiro intenso que reduziu muito a capacidade de orientação.

Lá continuamos à procura do caminho para a Senhora do Salto, mas devido ao adiantado da hora, decidimos cortar a direito até Santa Comba, numa descida muito fixe, sempre a rasgar. Daí, foi pedalar até casa, com as esposas a telefonar preocupadas com o almoço.
44 km durinhos, eu, o Pedro e o Miguel.


1 de fevereiro de 2009

01 de Fevereiro de 2009

Mais um domingo, mais uma voltinha.
Hoje decidimos mudar de ares e seguimos para Baltar. Depois de cruzar a "Subida do carro velho", foi sempre a descer até Recarei. Pelo caminho, e pelo segundo domingo consecutivo, a bicla do Norberto resolveu furar. Mudamos a câmara de ar por uma nova que eu tinha, mas não havia forma de encher, por muito que se desse á bomba. Afinal estava furada também.
Após recorrer a um remendo lá continuamos, a caminho do Alto da Pegadinha, em Lagares.
Após uns quilómetros de subida, num local onde habitualmente se encontram poças de água bem compridas, o Miguel meteu os pés na poça, quase até aos joelhinhos, coitadinho!
Como perdemos muito tempo com o furo e o Pedro tinha de ir almoçar á sogra, atalhamos a direito de Lagares até Paço de Sousa.
Uma boa volta de 32 km, os quatro do costume.


A todos os que dizem que aparecem e ficam na caminha, não volto a convidar. Quem quiser que diga qualquer coisa.