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19 de maio de 2009

A volta do "Salto" - Parte II

Quase 3 meses depois, voltei a realizar a volta do "Salto", desta vez sem o Miguel, lesionado desde Fafe, mas com o Pedro, o Mário e o Berto.

Ficou demonstrada uma grande verdade, com treino vai lá!

Optamos por sair mais cedo para conseguir dar a volta em tempo útil, e pouco passava das 9 horas já tomavamos café em Lagares. O traçado estava definido e lá partimos para o parque de merendas, seguindo depois até Santa Comba.

Chegados à verdadeira dificuldade do dia, a subida até ao topo da serra sobre Melres, feita sem grandes dificuldades, ao contrário da primeira volta, em Fevereiro. Como não podia deixar de ser, uma paragem para o registo fotográfico e continuação do percurso, pois ainda havia muito que pedalar.

Lá continuamos pelo planalto, na direcção do marco geodésico de Santa Iria, para mais um registo fotográfico, e um registo odorifico, na roda da bike do Pedro (o cheiro incomodava mesmo). Quando estavamos para seguir viagem, um pequeno percalço. O Mário estav enjoado ou ourado, nem ele sabia muito bem, mas após uns minutos de repouso e umas dentadas na marmelada e numa barrita começou a melhorar, não sem as "bocas" habituais do Berto e do Pedro, "se te der o abafo, em cima da bicicleta é dificil!, o INEM demora muito aqui a chegar!, a bike fica aqui e amarrado por uma perna aos rebolões chega lá!, ...


Era uma qualquer quebra de tensão, pois não mais se ouviu o Mário a queixar-se.

Após a descida para o Salto, entre aquelas pedras todas no pavimento, decidimos seguir o trilho pedestre em direcção a Alvre.

Um trilho muito fixe e a explorar melhor em breve, pois é muito curto. Comeca ao longo do Rio Sousa para depois voltar à direita, transpondo a Rib. de Alvre, pensando eles que estavam a sobrepor o Rio Sousa. Continuamos a subir até Alvre, fazendo um pequeno desvio para apreciar um ponto da ribeira que eu conhecia dos raids 4x4, fazendo uma travessia com água até os pedais.

Na volta, o Mário decidiu atravessar noutro local mas a meter o pé no rio, um momento só ultrapassado pelo Pedro, que conseguiu meter os 2.

Cmeçamos a subir para Alvre, seguindo pela estrada até à Sobreira, fazendo o habitual percurso junto à linha férrea.

Como ainda havia tempo, decidimos procurar um outro percurso a partir de Castromil, graças às horas que o Pedro dedica no Google Earth.

Quase 40 km realizados em bom ritmo.

11 de maio de 2009

Meia-maratona de Fafe

Mais uma meia-maratona (e vão 3) para o curriculum dos DirtRiders, desta vez nos montes de Fafe.

Eram 8 horas e já tinhamos os carros estacionados e o Pedro a levantar os dorsais.



A altimetria do percurso já era conhecida, com os 15 km iniciais sempre a subir, mas entre o km 10 e o 14 passei por algumas dificuldades inesperadas, tendo de abandonar o ritmo do grupo e encontrar o meu para conseguir atingir o topo.

Após o controlo de passagem no topo da serra, um trilho com cerca de 1,5 km a descer, muito louco, com algumas zonas de perigo sempre bem assinaladas, que curti à brava.
Aos 20 km o abastecimento, com uma equipa de assistência impecável, com destaque para o cortador de presunto, sempre de faca afiada.

Era o inicio da picada mais f... que me lembro de trepar, até ao salto do saudoso troço Fafe/Lameirinha do Rally de Portugal, guardado para a posteridade na máquina fotográfica de serviço.
A partir daí foi quase sempre a descer em estradões largos do troço da Lameirinha, alternando por singles muito fixes, onde ainda houve tempo para o Beto ouvir umas bocas de uma senhora, quando apeou numa descida mais íngreme.

Nova incursão nos estradões e uma descida louca de 1 km sempre a rasgar com um cheiro a ferodo tão grande no final, que parecia ter ali passado algum camião, para depois entrar numa zona de pedra e água, em que o Pedro aproveitou para se refrescar (ahahahah).

A partir daí foi sempre a pedalar até Fafe, ainda havendo tempo para uma espalhanço monumental do Miguel (felizmente sem consequências para os 2, Miguel e bike), numa descida em alcatrão com um desvio à esquerda com alguma areia na zona exterior.

Uma chegada em grupo, como é apanágio dos DirtRiders, e o reencontro com as familias junto da escola que servia de quartel general da organização.
De lamentar 2 situações, a lavagem das bicicletas, com 1 mangueira para uma imensidão de gente e o banho de água fria que não soube muito bem.


Para a tarde tinhamos pensado num passeio junto da Barragem da Queimadela e foi nessa direcção que resolvemos seguir à procura de restaurante. Numa pequena aldeia, descobrimos um pequeno restaurante/adega do sr. António, que pelas 2 e tal nos apresentou um belo repasto (vitela e cabrito assado) e com um atendimento impecável.

Após o almoço, o grupo sofreu algumas baixas pois o Miguel e o Mário tiveram de regressar mais cedo.
Eu, o Pedro, o Beto e respectivas familias, seguimos para a Barragem com o intuito de fazer um passeio pedestre, mesmo com a ameaça de chuva. Guardamos as bikes no parque de campismo e lá seguimos trilho fora, mas só levamos um guarda-chuva a proteger a Rita. O primeiro percalço surgiu 1 km à frente, com uma zona de pedra em que tivemos de carregar o carrinho da Rita a peso, sempre a subir mas que valeu a pena.

Encontramos 2 senhoras numas casas no meio da serra, a realizar trabalhos que já não me lembrava de ver ao vivo, seguindo o caminho devidamente marcado, até que fomos brindados com uma chuvinha.
Após alguns minutos abrigados numa bela árvore e perante uma acalmia da chuva continuamos o percurso debaixo de chuva até aos carros, onde felizmente toda a gente tinha camisolas para trocar.


A viagem de regresso a casa foi feita sempre debaixo de chuva e sem mais percalços, terminado o dia da melhor forma, com o nosso Porto tetra-campeão.

6 de maio de 2009

Uma voltinha curta e grossa

A equipa estava desfalcada, o Norberto, o Mário e o Antero foram passar o fim-de-semana a Trás-os-Montes.
Como eu queria chegar cedo, a viagem não podia ser para muito longe.

Começamos por subir o Covão até ao Zé do Telhado e seguimos para Vila Cova pelos "single" habituais.

Quando chegamos ao horto de Vila Cova, foi sempre a subir até ao Cruzeiro de Baltar, 300m de altitude em menos de 5 km. A meio da subida um betetista passou por nós mas depressa fez parte do nosso grupo. Fizemos junto o percurso até ao topo e depois também a descida até Baltar, separando-se de nós na EN15.

A partir daí foi quase sempre a descer até casa, uma voltinha de 28 km sempre a pedalar, feita por mim, Pedro e Miguel.


2 de maio de 2009

Dia do Trabalhador

01 de Maio 2009

Uma voltinha aqui na zona para que o Antero matasse o vício. A opção foi por um inicio mais duro enquanto o Antero tinha pernas, deixando para o final as zonas mais suaves.

Começamos com uma subidinha ao Barreiro, passando depois junto ao Beiral até aos depósitos da água do lugar do Monte, com a intenção de entrar na Quinta de Cete, na direcção do Covão.

A subida de paralelos até ao campo de futebol de Baltar foi a primeira facada na resistência do Antero, logo seguida de uma outra picada em terra, paralela à A4 que o estourou por completo.

Após uns momentos de recuperação, lá continuamos em direcção à Capela das Almas para "apanhar" os trilhos para Vila Cova, quase sempre a descer. No trilho entre Mouriz e Vila Cova, o Mário estreou da melhor maneira os pedais de encaixe, pois é, o Mário cedeu às pressões, e deu o primeiro malho do dia.
Após o complexo desportivo, seguimos em direcção ao centro de Mouriz, optando depois por um dos nossos trilhos de eleição, Mogueira/Rei/JAP, com o segundo malho do Mário, agora a subir em pedra (deve ter doído mais).
Já junto da "Quintinha" um paragem para abastecimento (marmelada) e a continuação da viagem até ao parque da cidade, Parque José Guilherme e continuação para Mouriz, com o Antero a passar na frente da casa e a pensar em ficar por lá.

Lá o convencemos a mais um esforço e a continuar até Cete mas quando chegamos à subida de terra junto da A4, já só a conseguiu fazer apeado.

Depois foi só rolar até casa, 28 km feitos por mim, Pedro, Mário e Antero.